31/05/2010
“Organizador de vida eletrônica”, uma das 107 profissões do futuro
Por Daniella Cornachione
Mudanças climáticas, excesso de dados para o cidadão administrar e envelhecimento da população estarão entre os temais mais importantes das próximas décadas. Isso é quase certo. Com base nessas premissas, a consultoria britânica FastFuture fez um exercício de futurologia mais arriscado, listando 107 profissões do futuro.
No relatório “The shape of jobs to come”, o jeitão dos trabalhos que estão por vir, a consultoria dá enorme importância a tecnologia e ciência. Segundo a FastFuture, elas estão “no coração do debate sobre desenvolvimento sustentável (…), estimulando a inovação, transformando indústrias que já existem, e criando novos modelos de negócios e setores.”
As profissões do estudo indicam tendências já existentes no mercado de trabalho: a combinação de habilidades de várias áreas, e, ao mesmo tempo, a capacidade de especialização.
Confira cinco carreiras que vão estar em alta entre 2010 e 2030, de acordo com o levantamento:
Geriatras: a medicina em avanço e a qualidade de vida melhorando resultará em mais velhinhos por aí. Para isso, será preciso um batalhão de profissionais (não só na saúde) para atender a essa parcela da população.
Organizadores de vida eletrônica e destruidores de dados pessoais: nossas vidas virtuais devem crescer a tal ponto que será preciso contratar especialistas para organizá-las, e, se for o caso, apagar dados sem deixar vestígios.
“Policiais” do clima: esses profissionais deverão atuar a serviço de governos e empresas para fiscalizar as emissões de poluentes na atmosfera feitas por outros países e empresas.
Cirurgiões aumentadores de memória: a FastFuture supõe que poderemos implantar no cérebro dispositivos de expansão de memória. Isso exigirá uma classe de cirurgiões especializados.
Farmagranjeiros: serão profissionais que combinarão conhecimento científico e de produção no campo, a fim de lidar com organismos geneticamente modificados. Eles vão obter as melhores combinações de produção de alimentos, pensando em produtividade, valor nutritivo e terapêutico.
E você, concorda com o futuro previsto pelo estudo?
fonte:
ÉPOCA - GLOBO.COM
http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/#post-126